quinta-feira, setembro 01, 2016

("Quem Matou Van Gogh " obra de André Góes .Cia invisivel.".2016 Viçosa .Mg /adptaçao  da obra de Antonin Artaud   -Van Gogh o suicidado pela sociedade-uma instalaçao cênica de Sergio Medeiros +jan jazz de Tiago Barros-legitima açao de André Góes (antimanicomial performance)cenário usina abandonada.as fotos sao de Rodrigo Carvalho.






quinta-feira, julho 28, 2016

entrevista poesia y cine en la revista italiana ultrafilosofia/junio 2.016 

http://www.ultrafilosofia.com/

sábado, novembro 12, 2011

quinta-feira, setembro 02, 2010

quarta-feira, junho 30, 2010

quinta-feira, maio 27, 2010

segunda-feira, maio 24, 2010

pós grafitti do mel da minha solidao


enquanto vou aprendendo a bailar como um coyote de circo numa aduana interplanetária transo especiarias em permutas tribais alfandegárias...ela noturna expoe minha sorte sorteada aos passantes em guetos de estilos e galerias preferidas pelos errantes...o mel da minha solidao minha triste distracao,falanges de espectros de ilusao dos tempos em que podia desmaterializar cidades inteiras nos espelhos da retina...ela expoe minha fisionomia de iniciático farsante minha silueta de ingenuo pecador meditante ...mendigante...meu decalque de procurado meus vestígios de safado minha saliva de tarado...minhas marcas de bastardo meus cacoetes de drogado...ela apresenta na feira meu dentes de fera num sorriso oculto inculto animal extintivo...ela regala meus impuros devaneios de menino feio...e minhas totalidades em parcelas divididas ao meio...minha faceta monge ,minha porcao conde...minha viajem curta que se pergunta onde...estariam as pandoras ancestrais que me esqueci de cavar por aí...ela culpada fera de desconhecidas esferas,ela...a coisa bela ...dulce anjinha com tracos feitos de vermelhos lacos...aiiiiiii ela no estomago feito inverno de brisas...lágrimas de monalisas,texturas de fissuras ...que sei eu.... incauto inato das paredes alheias ...desencontrado retrato cantado ...no pilar do viaduto...amante corrupto... e que sei eu ... que posso eu ... ela faz isso...comigo.amém

quarta-feira, setembro 26, 2007

blake no "ferros bar"

teatro só para raros só para loucos cia invisivel de são thomé das letras apresenta uma instalação cênica de andré góes,inspirada na obra poética de william blake "as núpcias do céu e do inferno"1793 curta temporada de apresentações/sexta sábado domingo segunda/sempre ás 23:59/ingressos limitados a 30 pessoas por sessão/maiores informações:ciainvisivel.blogspot.com/de 12 de outubro a 12 de novembro/
inteira 20 reais meia entrada 10 reais/ingressos somente com reserva

quinta-feira, setembro 20, 2007

sábado, maio 05, 2007

sulfuroso banho com renúncia e carinho


os estilhaços que cantam e dançam por toda a clínica


van gogh e dr gachet


um punhado de estrelas maduras


doente dos olhos doente da boca,doente dos nervos até,...dos olhos que viram mulheres formosas,da boca que disse poemas em brasa,dos nervos manchados de fumo e café...eu estive doente,hoje estou em repouso e não posso escrever,eu só quero um punhado de estrelas maduras,eu só quero a doçura do verbo viver.

passarístico ensurdecedor manifestando acústicas neo-clásicas,escola de horrores e cantigas de louco,sulfuroso banho termal,a febre,o intervalo de febre,a temperatura exata,astuta solidão,a água das águas de dentro de mim,reabilitadores de linguagens,dr gachet,caxambú,violino,ninfas luas,cruzeiros,jovens iraquianos correndo num campo de girassóis,cheque van gogh...princípios

domingo, abril 22, 2007

sobre renúncias e com carinho



quem matou van gogh?quem colocou urânio radioativo no travesseiro de rajinishiiii,quem envenenou de amor o coração de violeta parra(até a morte)quem inventou giletes para os pulsos de marta linch,que sociedade de merda soube muito bem torçer o nariz para vicent,e hoje desfila diante de suas obras,imbecilmente comovidos e repletos de exclamações contentes...a febre,o calor da febre,o intervalo de febre,a temperatura exata,para tampar um buraco no galinheiro do dr gachet?a alma de boxeador pintado de azul marinheiro para arthur bisbo,ou quem saberia me dizer novamente sobre as cores e as cartas e os cristos amarelos de girassóis a théo,a goguim as orelhas,os carteiros o trêm que leva para uma estrela,cheque van gogh,essa é a real que pagará todas as mesadas e doações e boas esmolas por todos so quadros não vendidos,e os amores de prima,de boa dama de favor,das delicada intenções de comer o sol,e finalmente os corvos,os corvos o céu e a terra,vermelho sangue que reverbera,pois não há como não perceber que aquilo é um sinal,e assim também para o gás entregue a torquato e silvia plath(e a única e inigualável)pedra amarrada ao pescoço de virgínia wolf nadando no lago,para que não te esqueças de nada presentir,nada intuir,nada esquecer,isso para que definitivamente não se esqueça de esquecer,coisas que são suas,que são minhas,que a todos pertecem quando desconhecemos os criteriosos critérios anônimos,embalados em mel e cantigas solares,para um carteiro que lhe avisou(aqui o sol está fazendo as pessoas loucas,e por todo o gesto incubado e algumas salvações possíveis sempre até a morte,entupindo as narinas de che guevara,tudo inocente,assim sensibilidades canibalística que passeia sobre cacos de camile de claudel como quem visita um açougue,amém.

quarta-feira, março 07, 2007

s o l o n e g r o






posso dizer que: dueto ,um meio poético,foi uma costura e adpatação de solonegro adptada para um diálogo interpessoal através de uma parede invisível,onde se comunicam um leitor e um poeta...e mais três textos que considerei como post-scriptum,um devaneio lúdico e sentimental...belo horizonte dos ensaios de três cafés etílicos ao meio dia,bar de Helio zoline....e Ronaldo Brandão mestre sem cerimônias...savassi safada,noite santo antonio adentro,converssas de taberna ,e eu apenas a manicure dos dinossauros.

c a t e d r a l s o t e r r a d a




temporada intraterrena ,gruta de maquiné


quinta-feira, março 01, 2007

Ao Palácio de Espelhos


Ao Palácio de Espelhos, orgulho do espírito e sua veleidade e ostentação. Trois morceaux en forme de poire. Doses não embriagam mais. Os estreitamentos mal passam um dedo. Tal conceito já se refutou diversas. À minha porta, recebo todos os convidados de chocolate com um belo sorriso de contrapartida, aparentando minha fome que a mato sobre a deles. Não mais a necessitava. Eu a era. Do que não foi dito, ditado, de um romance dos moralmente excluídos, uma filosofia se fazendo sem morada, amor ais.
Futuros de um pretérito. Gargantas da quase contradição. Gengivas alanceadas, retraídas, esfolas de atina, presságios a um antropomorfismo genealógico. Funesto em verso, ode em curso: o que você daria para alguém que nunca fosse encontrar? O que esqueceria daquilo que não se lembra? Quais sonos lembrarias de quando não dormira? O que você não gostaria de pensar?
Trois airs à faire fuir
[1].

[1] “Três ares a fazerem fuga”. À citação acima, pode-se obter “Três peças em forma de pêra”. Usa-se fantasia de cavalo ou importunas precauções, mas entre as peças frias criadas em dedilhes, estendem-se percurssivas danças das faltas, das falhas, que por cortes, desdobramentos de seus topos salientam-se, uma imaginação vertiginosa. Dos movimentos do desconhecido, do im-per-feito, peças para piano de E. Satie.
Texto do músico e filósofo Guilherme do Vale.

Experiência Orgânica no Deserto


Flyer da temporada chilnea da Cia. Invisível no Deserto de Atacama, 2005.
Investigação de espaços e rituais étnicos aliados a plantas de poder, com encontros xamânicos musicais com o multi-instrumentista Jorge Pelo.





encontro do deserto com o mar,ruínas de huanchaca em Antofagasta,antiga fundição de prata do século 18 ,castelo de pedra onde a cia invisível se apresentou durante a turnê norte do chile atacama deserto em 2.005

terça-feira, fevereiro 20, 2007

sobre subterrâneos limos verdes e clarices

entro lentamente na minha dádiva a mimmesma,esplendor dilacerado pelo cantarultímo que parece ser o primeiro.entro lentamente na escrita assim como já entrei na pintura.é um mundo emaranhado de cipós,sílabas,madressilvas,cores e palavras-limiar de entrada ancestral caverna queé o útero do mundo e dele vou nascer.e se muitas vezes pinto grutas é que elas são o meu mergulho na terra,escuras mas ninbadas de claridade,e eu sangue da natureza-grutas extravagantes e perigosas,talismã da terra,onde se unem estalactites,fósseis e pedras,e onde bichos que são doidos pela sua própia natureza maléfica procuram refúgio.as grutas são meu inferno.gruta sempre sonhadora com suas névoas,lembrança ou saudade?espantosa,espantosa,esotérica,esverdeada pelo limo do tempo.dentro da caverna obscura tremeluzem pendurados os ratos com as asas em forma de cruz dos morcegos.vejo aranhas penugentas e negras.ratos e ratazanas correrm espantados pelo chão e pelas paredes.entre as pedras,oescorpião.caranguejos,iguais a eles mesmo desde a pré -história,através de mortes e nascimentos,pareceriam bestas ameaçadoras se fossem do tamanho de um homem.baratas velhas se arrastam na penumbra .e tudo isso sou eu.tudo é pesadode sonho quando pinto uma gruta ou te escrevo sobre ela-de fora dela vem o tropel de dezenas de cavalos soltos a patearem com cascos secos as trevas,e do atrito dos cascos o júbilo se liberta em centelhas:eis-me,eu e a gruta,no tempoque nos apodrecerá.quero por em palavras mas sem descrição a existência da gruta que faz algum tempo pintei-e não sei como.só repetindo o seu doce horror,caverna do terror e das maravilhas,lugar de almas aflitas,inverno e inferno,substrato imprevisível do mal que está dentro de uma terra que não é fertil.chamo a gruta pelo seu nome e ela passa a viver com seu miasma.tenho medo então de mim que sei pintar o horror,eu,bicho de cavernas ecoantes que sou,e sufoco porque sou palavra e também seu eco.(texto de clarice lispctor em água viva aqui tomado como monólogo interior e carta manifesto perante a proibição da pesquisa teatral da cia invisível,em cavernas e outros subterrâneos)

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

ciadoinvisívelteatroalquimiaBRASIL


ciadoinvisívelteatroalquimiaBRASIL






"... retirar el sentido de las cosas para restituírlas a su sentido más profundo..."

Antonin Artaud

La "CÍA (= compañía - del latín: con quien se divide el pan) DO INVISÍVEL", teatro alquimia, tuvo su estrella en la primavera de 1991 en la ciudad de Sao Thomé das Letras / Minas Gerais / Brasil, con la solitaria performance "Poeta de Amanha" ( Poetas de Mañana ) de Walt Whitman, un trabajo de calle interactivo que ocupó como palco todos los espacios de la ciudad y tiene como su idealizador y poeta al performer paulista André Góes.
Creada a partir de experiencias con textos alquímicos, del teatro de Antonin Artaud y los laboratorios cénicos biográficos del propio poeta y performer André, desde su nacimiento viene desenvolviendo un trabajo impar, lejos de los palcos convencionales y con sus bases en temas ritualísticos, iniciáticos y antimanicomiales (lo autobiográfico como literatura y la poesía en escena, la catarsis biográfica como cura).

Con once años de existancia, la compañía ya realizó varios trabajos y tubo la oportunidad de desenvolver colectivos y laboratorios con diversos exponentes de las ramificadas expresiones artísticas de la actualidad entre ellas: literatura, artes plásticas, danza y música, teniendo como característica marcante la escénica y la poética realizada en espacios naturales como forestas, grutas, cumbres de montañas, arenas de piedra natural, ruinas, caseríos históricos, calles y bares, locales distantes del teatro, pudiendo así preservar la escencia interactiva de la propuesta inicial, lejos de los ya tan usados palcos italianos.

Con la inspiración concebida por el teatro alquímico de Antonin Artaud, la "CIA" viene buscando la posibnilidad de que el teatro se torne en algo realmente interactivo y intelectual donde la platea deje la simple condición de platea y se torne parte y elemento importante de la mágica escénica, atingiendo así la faceta orgánica química y sensorial que debe ser encontrada en el teatro.

REALIZACIONES ARTÍSTICAS

Poetas de amanha (poetas de mañana)
de Walt Withman - André Góes
1991 - Sao Thomé das Letras - Minas Gerais - Brasil


O assassinato do Mickey Mouse (el asesinato de Mickey Mouse)
Instalación Escénica de André Góes
1992 - Woodstock Bar - sao Thomé das Letras - Minas Gerais - Brasil


Lapso sorver - O momentâneo triturar (lapso sorver - el momentáneo triturar)
Instalación Escénica de André Góes
1993 - Sao Paulo - SP - Brasil


Rua (calle)
Instalación escénica de André Góes
1994 - Sao paulo - SP - Brasil
- Campinas - SP - Brasil
- Ribeirai Preto - SP - Brasil
- Sao Thomé das Letras - Minas Gerais - Brasil


Vocês nao sao quem vocês pensam que sao (ustedes no son quienes piensan que son)
Instalación escénica de André Góes
1995 - Sao Thomé das Letras - Minas Gerais - Brasil


Coisas para se dizer à uma arena vazia (cosas para decirse a una arena vacía)
Cuadernos Escénicos Biográficos de André Góes
1996 - Anfiteatro Natural de Pedra - Sao Thomé das Letras - minas Gerais - Brasil


Espelho (espejo)
Inspirado en poemas de Arthur Rimbaud
1997 - Mandrágora Bar - Sao Thomé das Letras - Minas Gerais – Brasil


As sementes sao os ossos do limao (las semillas son los huesos del limón)
Instalación escénica de André Góes
1998 - Woodstock Bar - Sao Thomé das Letras - Minas Gerais - Brasil



Gibran Khalil Gibran
Recital de los poemas de Gibran por André Góes
1999 - Armazém do Árabe - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil



Dueto - Um meio poético (dueto - un medio poético)
Texto de André Góes con Ronaldo Brandao y André Góes
2000 - La Taberna - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil



Solonegro
Textos de André Góes con Lorena Cotta y André Góes
2000 - Sao Thomé das Letras - Minas Gerais - Brasil



As núpcias do céu e do inferno ( las núpcias del cielo y el infierno)
de William Blake
con André Góes, Lorena Cotta y Tom Aché
2000 - 2001 - Gruta do Laberinto - Sao Thomé das Letras - Minas Gerais - Brasil
Gruta do Maquiné - Cordisburgo - Minas Gerais



Recital de poesía con Alice Ruiz
Participación especial de André Góes
1999 - Kokopele - Lavras Novas - Ouro Preto - Minas Gerais - Brasil



Aguas Fortes
Recital de los poemas de André Góes y Luciane Oliveira
1999 - Entrefolhas Bar - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil


As núpcias do céu e do inferno (las núpcias del cielo y el infierno)
de William Blake
con André Góes - Ana Guilhermina - Marcos Martins
Trilia musical acústica del grupo Espiral Clá (música xamánica aborígen)
2002 - Gruta do Anjo - socorro - SP - Brasil


Tribo de Jah
Show musical de reggae - apertura André Góes
2002 - centro de cultura municipal Pindamonhanguapa - SP - Brasil


As núpcias do céu e do inferno (las núpcias del cielo y el infierno)
de William Blake - performático ritual de André Góes
llevado a escena en un subterráneo de una mina de oro
Trilia musical de el grupo Emisario de Pa
Participación de Arthuro Rockzaing
Festival de invierno - Ouro Preto - Minas Gerais - 2002


Show Tianástacia
Participación especial de André Góes
2002 - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil


Festival de Primavera
Invitado especial a la apertura del show de "Donadeusa" - Patricia Polayne
2003 - Sao Antonio do Leite - Minas Gerais - Brasil


Só para Loucos (sólo para locos)
festival de invierno - Ouro preto - Minas Gerais - Brasil - 2003
participación especial de André Góes con el músico "Ventania"


Show del músico - Wilson Sideral
participación especial de André Góes
Auditorio Estudiantil CAEM - Ouro Preto - Minas Gerais - Brasil - Julio - 2003

Show - (No Problemas )
Participación especial de André Góes
Auditorio Estudiantil - Ouro Preto - Minas Gerais - Brasil - Mayo - 2003


Poetas - (on the bar)
Apertura de André Góes
Club Literario Musical - Sao Paulo - SP - Brasil - 2003


As núpcias do céu e do inferno (las núpcias del cielo y el infierno)
Festival de verano Arte y Cultura
Teatro Canjeré - Trancoso - Bahía - 2003 - 2004


Artaud "Carta livre e ritual"
Xámanico manifesto de André Góes
Sao Thomé das Letras - Minas Gerais - Brasil - verano 2004
Museo da Inconfidencia - Ouro Preto - Minas Gerais - Brasil - Junio - 2004
Teatro Sesi - Mariana - Minas Gerais - Junio - 2004


As núpcias do céu e do inferno (las núpcias del cielo y el infierno)
performatico ritual de André Góes
Teatro Municipal casa da Opera - Ouro Preto - Junio - 2004
Atelier Jú Corte Real - Sao Paulo - SP - Brasil - Junio - 2004



Show Markú Ribas - Festival de Invierno - Ouro Preto
Participación de André Góes
Ouro Preto - Minas Gerais - Brasil – 2004


sinopsis


Un hueco del mundo, dimensión intraterrena un sueño le dá noción de agua y transparencias profundidad olor de mar salado de Atlántida, y una voz de niño grita sambulle y alguien sambulle, - las cosas acontecen primero en lo invisible, sutil antecede al tiempo de la materia, es alquímico el ordenado caos de toda sincronía, y la voz de niño grita sumerge y alguien sumerge... (no rayo de videncia, las revelaciones vienen como imágenes).
Rapsodia xamán, prosa Blake/Rimbaud, canción de cuna Dervixe, palabra mágica llave de ritual, fruto de experiencias con un "Otro mundo" hacia allá de las puertas, y dos valles y dos reinos relucientes, los paisajes excesivamente coloridos... el eco de las solitarias visiones de un loco bardo hermitaño.



William Blake


William Blake (1757-1827), poeta, dibujante, pintor, grabador, anarquista, filósofo, iniciado, considerado uno de los temperamentos más ardientes de los que se consumirán en las llamas de la belleza. Criatura de talentos precoces, Blake recibió la visita de lo fantástico aún en tierna edad. Cierta vez al relatar a su padre tener visto "al profeta Ezequiel en un gancho de un árbol, arcángeles a pasear por los campos, alas revoloteando entre las espigas..." acabó siendo acusado de mentira y recibió castigo, mas serían los dones de una intuición y videncia latentes que lo llevarían a la obra visionaria e inmortal, tanto en la literatura cuanto en las artes plásticas.
"Las Núpcias del cielo y el infierno" (1973), tratado poético iniciático, fue por él ilustrado, iluminado y grabado en manuscrito, figurando entre los libros mas bellos dados a luz en occidente.
Hay en la National Galery de Londres, una sala entera destinada a la exposición de sus trabajos.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

invisíveis ritos cênicos ou do imprecindível duplo alquímico



INTRODUÇÃO




“...Retirar o sentido das coisas para restituí-las ao seu sentido mais profundo.”

Antonin Artaud.


A “Cia (companhia – do latim: com quem se divide o pão) Invisível”, teatro alquímico que teve sua estréia na primavera de 1991 na cidade de São Tomé das Letras, Minas Gerais, Brasil, com a solitária performance “Poetas de Amanhã” de Walt Whitman, um trabalho de rua e interativo que ocupou como palco todos os espaços da cidade e teve como idealizador o poeta e performer paulista André Góes.

Criada a partir de experiências com textos alquímicos do teatro de Antonin Artaud e dos laboratórios cênico-biográficos do próprio poeta.

A Cia. desde o seu nascimento vem desenvolvendo um trabalho ímpar, longe dos palcos convencionais e com suas bases em temas ritualísticos, iniciáticos e antimanicomiais - o autobiográfico como literatura e a poesia em cena, a catarse biográfica como cura.

Com quinze anos de existência a Cia. do Invisível já realizou vários trabalhos onde teve a oportunidade de desenvolver laboratórios criativos com a participação de diversos expoentes das ramificadas expressões artísticas da atualidade entre elas: literatura, artes plásticas e música, tendo como característica marcante a ação poética e musical realizada em espaços naturais como: florestas, grutas, topos de montanha, arenas de pedra, ruínas, casarões históricos, castelos, ruas e bares; locais distantes do teatro podendo assim preservar a essência interativa da proposta inicial longe dos já tão usados palcos italianos, criando assim a possibilidade de que o teatro se torne algo realmente interativo e ritual onde a platéia deixe sua simples condição e se torne parte fundamental da mágica cênica, atingindo assim a faceta orgânica-química e sensorial que deve ser encontrada no teatro.

Cartaz/panfleto da peça "Van Gogh - o suicidado da sociedade" de Antonin Artaud; performance cometida pela Cia. Invisível na Antiga Usina da Barrinha, Viçosa, MG; Laboratório de experiência sensorial para futura montagem do espetáculo/instalação "A Clínica".

domingo, janeiro 21, 2007


Fotos tiradas no Festival de Inverno de Ouro Preto, MG, Brasil, em julho de 2004 nos subterrâneos da Mina Velha, em performance de André Góes no ritual "As Núpcias do Céu e do Inferno" // Fotos sacadas en el Festival de Invierno de Oro Negro, MG, Brasil, em julio de 2004 en los subterraneos de la Mina Vieja, en una performance de André Góes // Pictures taked in Winter Festival in Ouro Preto, MG, Brazil; performance of "The Marriage of Heaven and Hell" ritualized by André Góes.


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